Os dias muito quentes marcam o período mais crítico para a transmissão pelo mosquito Aedes aegypti. As autoridades de saúde pública alertam para o aumento de casos de dengue no país.
De acordo com levantamento da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, em 2022, a Região Sudeste registrou 33,1% dos casos de dengue, 8,1% dos casos de chikungunya e 4,6% dos casos de zika em todo o Brasil. E os números continuam crescendo em várias regiões.
A questão é que não podemos ignorar os cuidados necessários e os riscos causados pela doença. A forma mais eficaz de controlar a dengue é a prevenção. Não acumule água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.
A dengue é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Por isso, é importante combater o mosquito da dengue, fazendo limpeza adequada. Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis, porém as pessoas mais idosas, têm maior probabilidade de desenvolver a dengue grave. A gravidade do caso aumenta quando a pessoa é portadora de alguma doença crônica, como diabetes e hipertensão.
Apesar da falta de conscientização da sociedade, os especialistas em saúde alertam para que as pessoas não confundam os sintomas da dengue com os da Covid, pois ambas possuem sintomas em comum: dor ao redor dos olhos, dor muscular, articular e de cabeça, enjoo e vômito. Apesar dos sintomas serem parecidos, os profissionais da saúde afirmam que a dengue não costuma causar sinais respiratórios.
Não se descuide! Previna-se contra a dengue.