Em tempos de pandemia, com mortes diárias, hospitais colapsados, falta de medicamentos e leitos, médicos e enfermeiros esgotados, população insegura e vulnerável, falar sobre Tratamento Precoce (TP) é quase um tabu, uma vez que se tornou um assunto extremamente complexo, polêmico e politizado, pois contrapõe ciência, opinião pública e ideologias.
Considerando as ponderações das teses científicas, do senso comum, do conhecimento técnico dos profissionais da saúde, do inconsciente coletivo, da empatia em relação ao outro, e sobretudo, de uma perspectiva humanista centrada nas percepções e crenças individuais parece diligente uma reflexão que conjugue o posicionamento científico e empírico em relação ao TP, para então, facilitar a flexibilização de posturas mais apaixonadas.
Inicialmente, importa dizer que o principal TP, inquestionavelmente, diz respeito ao Sistema Imunológico, que comporta uma ampla rede de células, tecidos e órgãos espalhadas pelo corpo humano, o qual se constitui no principal escudo para defender e responder pelo organismo frente às agressões e ameaças provocadas por microrganismos invasores (vírus, bactérias, fungos, etc) ou diante de infecções que comprometam a integridade do corpo humano. O sistema imune atua destruindo ou inativando esses malfeitores.
Ocorre que quando a imunidade está baixa, não suficiente para promover a proteção e reagir de modo eficaz produzindo anticorpos contra os invasores o corpo ficará mais vulnerável e reagirá por meio do desencadeamento de doenças inflamatórias ou infecciosas tais como: gripes, resfriados, amigdalites, estomatites, infecções na pele, otites, herpes, etc.
Logo, um Sistema Imunológico fortalecido favorecerá o equilíbrio do corpo, por esta razão a adoção de um estilo de vida saudável favorece esse sistema de defesa natural. Significa então, manter uma dieta equilibrada, praticar exercícios físicos, manter o peso adequado, se consumir bebidas alcoólicas fazer moderadamente, ingerir água frequentemente, tomar banho de sol (vitamina D), ter boas noites de sono e controlar o estresse. Alguns sinais indicam que o sistema imune está fraco, são eles: febre, cansaço excessivo, diarreia, náuseas e vômitos, etc.
Importa dizer que uma condição psicoemocional comprometida afetará demasiadamente o sistema imunológico. Noticiários carregados de informações e imagens tristes como o falecimento de pessoas (amigos e parentes), que geram insegurança, medo, ansiedade, pânico e ainda de isolamento social, muitos sentimentos poderão emergir e comprometer a saúde mental e por consequência a imunidade. Deste Tratamento Precoce somos os principais responsáveis.
O outro Tratamento Precoce diz respeito à prescrição do “kit covid” para o enfretamento da Covid 19 pelos médicos assistentes, os quais acreditam na eficácia destes e os prescrevem nos consultórios, mas não declaram publicamente, para não se exporem aos colegas da categoria, ao conselho de classe (CRM), à opinião pública e às ideologias contrárias. Também muito combatido por parcela da grande imprensa, que tem propagado a medicação como se fosse um poderosíssimo veneno.
Penso que ao prescrever ao paciente o “kit covid” para tratamento precoce, o médico primeiramente o faz pelas evidências científicas que se apropriou, por não estar prescrevendo veneno, e especialmente, pela perspectiva humanista centrada no paciente que aceita, deseja e se submete ao tratamento.
Com esse protocolo, acredita-se que uma energia biológica e psicológica estarão se integrando e promovendo o combate a Covid 19, além de fortalecer o sistema imunológico. Obviamente, reações adversas podem ocorrer, pois todos os medicamentos podem causar, assim como as vacinas imunizantes, porém serão tratadas quando acompanhadas pelo médico. Lembrando que a automedicação jamais dever ser feita.
Assim, ambos Tratamentos Precoces, se compreendido sob uma visão humanista, pelas pessoas, médicos, conselhos de classe, imprensa, estará respeitando especialmente a pessoa humana, suas crenças e verdades. No meu caso particular, se for contaminado, farei uso em busca de Qualidade de Vida e Saúde.
Coronel PM PAULO AUGUSTO LEITE MOTOOKA
Comandante da Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo
Mestre e Doutor em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública
Bacharel em Psicologia, Direito e Especialista em Direito Ambiental