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Desde épocas remotas os filósofos e pensadores meditam

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Desde épocas remotas os filósofos e pensadores meditam sobre mistérios que envolvem a humanidade, seja no campo material seja no espiritual, evidenciando a necessidade da consciência de si mesmo na busca da descoberta de quais são os nossos defeitos para em seguida corrigi-los.


Creio que, ainda que implicitamente e com base na lei do progresso, é dever de toda pessoa procurar conhecer os seus defeitos e arrancá-los de seu coração, como o bom jardineiro arranca do seu jardim as ervas daninhas.


É de se reconhecer, portanto, que desde sempre nos colocamos frente a frente com a expressão socrática “Conhece-te a ti mesmo”, como o primeiro passo para transformação interior.


Para tanto, não há como se furtar do estudo que põe nossa inteligência em atividade e desperta a atenção para as coisas superiores do universo.


Por meio do estudo e da reflexão nos voltamos para nós mesmos, penetrando no mais profundo do nosso interior na busca da parte divina, que é intrínseca a cada um e que transcende a materialidade, para que seja possível nos aproximarmos da Verdade, que traz uma nova vida porque nos direciona para o caminho  da correção.


Em matéria de saber o primordial não é a quantidade, mas a qualidade daquilo que se pode abstrair, mesmo porque o aprendizado é lento e gradual, mas ininterrupto. Porém, é de se ter consciência de que quanto mais conhecimento se adquire e maior for o entendimento mais obrigações são assumidas. Isso no sentido moral porque quem tem mais conhecimento, por não poder alegar ignorância, também tem maiores responsabilidades.


Desse modo, o conhecimento impõe ao homem uma obrigação maior do bem agir, colaborando para que o planeta, enquanto uma vasta oficina, onde cada um deve executar seu trabalho, se aperfeiçoe.


Para mensurarmos previamente nossas ações, quando estivermos indecisos sobre o valor de uma de nossas atitudes, devemos nos inquirir como a qualificaríamos se ela fosse praticada por outra pessoa, ou seja, devemos nos colocar no lugar do outro. Assim, se a censurarmos no outro não poderemos tê-la por legítima se formos praticá-la, mesmo porque Deus não usa de duas medidas na aplicação de Sua justiça.


Certo é que, acompanhando a evolução através do tempo, temos que o aperfeiçoamento individual e, por consequência, coletivo da humanidade dá e seguirá dando uma atmosfera mais espiritualizada ao planeta, por força da estreita ligação entre matéria e espiritualidade, sendo que o estudo dessa relação propiciará o conhecimento necessário para que o amor fraternal, que emana de Deus, seja praticado em prol da construção de uma sociedade mais justa e perfeita.

Paulo Eduardo de Barros Fonseca

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